
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
terça-feira, 14 de junho de 2011

O Professor continua sendo insubstituível. Porém, deve acompanhar as mudanças, fazer um upgrade das suas capacidades e tornar-se num agente da revolução e participar na construção de um Novo Mundo, formando novos cidadãos com as competências necessárias.
Desenganam-se os que pensam que o tal upgrade necessário refere-se exclusivamente a aprender a utilizar o computador e os programas do Office.
Será realmente necessário o professor dominar minimamente tecnologias pedagógicas e de comunicação e informação, mas a principal melhoria que o professor deve fazer é conhecer os parâmetros da nova metodologia construtivista de ensino e aprendizagem baseada no desenvolvimento de competências e o novo papel que lhe é reservado.
O professor deve antes de tudo abandonar a ideia de ser um detentor do conhecimento para passar a ser um orientador, um facilitador, e um estratega de actividades que possam favorecer a aquisição de competências por parte do aluno. Como diz Perrenoud, o professor deve entender que “ensinar, hoje, significa conceber, encaixar e regular situações de aprendizagem, seguindo os princípios pedagógicos activos construtivistas”.
Para este autor, fica mais fácil aos professores adeptos da visão construtivista e interactiva da comunicação trabalhar por competências do que os habituados a cumprir rotinas.
O principal recurso do professor é a postura reflexiva, a sua capacidade de observar, de regular, de inovar, de aprender com os outros, com os alunos, com a experiência.
Na sua obra “Dez novas competências para ensinar” Perrenoud identifica dez grandes famílias de competências indispensáveis que o professor deve adoptar: 1) organizar e dirigir situações de aprendizagem; 2) administrar a progressão das aprendizagens; 3) conceber e fazer com que os dispositivos de diferenciação evoluam; 4) envolver os alunos nas suas aprendizagens e no seu trabalho; 5) trabalhar em equipa; 6) participar na administração da escola; 7) informar e envolver os pais; 8) utilizar novas tecnologias; 9) enfrentar os deveres e os dilemas éticos da profissão; 10) administrar a própria formação continua.
Portanto, o professor do Sec. XXI deve estar também consciente que não é só a sua postura que vai mudar. Ser um facilitador não quer necessariamente dizer que o professor não vai ter a vida facilitada. Pelo contrário, o novo papel que lhe é requerido vai exigir ainda mais trabalho. Se os professores costumam reclamar que trabalham muito, devem estar consciencializados que a nova metodologia de ensino e aprendizagem exige ainda maiores esforços dos professores. Por isso, é indispensável os professores estarem motivados e, fundamentalmente, entenderem que são a pedra angular no processo de revolução do sistema de ensino. Devem entender que o mundo conta principalmente com eles para criar o desejado Mundo Novo, através da sua função de transformar os alunos em pessoas com competências, com capacidade crítica e sentido humanista.
É por isso que autores como Burnier (2001) defendem que os contratos de trabalho dos professores devem ser repensados, incluindo tempos remunerados para todo esse novo conjunto de actividades de preparação, desenvolvimento e avaliação.
Na verdade, o grosso do trabalho do professor passará a ser feito fora da escola e das salas de aula. O professor vai ter que dedicar tempo a fazer: pesquisa de campo, pesquisa de informações, elaboração de recursos de ensino, preparação de aulas com estratégias diversificadas, registo cuidadoso do desenvolvimento de cada aluno e de cada grupo ao longo do processo com observações acerca do que é necessário estimular em cada caso, busca de contactos com profissionais, empresas e instituições ligadas à área de trabalho, reuniões sistemáticas com colegas.
Para além de reservar espaço para reflectir sobre a sua profissão. Hoje em dia em muitos lugares do mundo novos professores só são contratados se comprovarem, geralmente através de um portfólio digital, se costumam reflectir sobre a profissão e experimentar novas estratégias de ensino com seus alunos.
Mas voltando as novas competências do professor…, convém dizer que o professor deve saber organizar situações de aprendizagem que levem os alunos a adoptarem uma postura mais activa, autónoma, reflexiva e criativa. Como diz Perrenoud “a transferência e a mobilização das capacidades e dos conhecimentos não caem do céu, é preciso trabalhá-las e treiná-las”. E o professor é o principal mentor desse trabalho, orientando e regulando o processo.
O professor também deve estar atento para a necessidade de envolver o aluno com as diferentes actividades educativas propostas para a sua formação, de maneira que todos os alunos percebam com clareza o porquê de se estar a realizar cada actividade (Burnier, 2001).
Não é habitual os professores, no início de cada aula, dizer aos alunos porque é que vão estudar tal matéria e qual a utilidade desse conhecimento na sua vida. Esta deverá necessariamente ser uma nova postura que o professor do Sec. XXI deve também adoptar.
Motivar continuamente os alunos é algo que o professor deve incluir nas suas estratégias.
Como dizíamos atrás, dominar minimamente as TIC é outro requisito que o professor do Sec. XXI deve ter. Mas este conhecimento não deve restringir-se aos programas do Office. O professor deve estar também preparado a dominar minimamente programas de edição de imagens, vídeos e sons. Os alunos de hoje são do tempo das tecnologias, então nós professores temos que falar na sua língua para os motivarmos a aprender, ou então o ensino será para eles algo desmotivante e retrógrada. Os alunos hoje utilizam, por exemplo, Mp3 e Ipod. O professor não pode descartar a ideia de construir objectos de aprendizagem utilizando áudio, imagens e vídeo ou em apresentações multimédia, e fazer, por exemplo, audio books e vídeo aulas. O professor pode gravar uma matéria em áudio (.mp3) e disponibilizá-la aos alunos para a ouvirem no seu aparelho Mp3. O professor pode ainda permitir que um aluno faça um trabalho em áudio, por exemplo fazer uma música sobre drogas ou outro tema qualquer. Ou então permitir aos alunos gravar em vídeo uma apresentação oral… enfim há várias possibilidades para motivar os alunos a aprender determinada matéria utilizando as tecnologias. Por isso, o professor deve estar preparado para auxiliar os alunos a utilizar estas possibilidades. E os conhecimentos dos professores nas tecnologias deve estender-se a ambientes da Internet como motores de busca, e-mail, ambientes de colaboração, ambientes de aprendizagem e outras ferramentas interactivas como os portfolios digitais, a Webquest, Hotpotatoes, etc. Mas também saber utilizar minimamente hardwares como computadores, digitalizadoras, impressores, câmaras fotográficas e de filmar.
Com todas estas exigências aos professores, o sistema educativo deve também melhorar o processo de avaliação dos professores. A avaliação deve servir para avaliar as competências dos professores, aquilo que fazem efectivamente nas escolas e nas salas de aula. Deve servir para recompensar os professores que inovam, que dedicam a experimentar novas estratégias de ensino e a actualizar os seus conhecimentos.
Texto extraído de http://betossanto.blogspot.com/2009/08/mudancas-na-postura-do-professor.html
terça-feira, 7 de junho de 2011

Dia dos Namorados12 de Junho
O feriado do dia dos namorados provavelmente origina-se da festa romana antiga de Lupercalia.Ninguém sabe exatamente quem foi o Santo Valentine. De fato, os registros da igreja mostram o mesmo Santo Valentine nomeado por dois povos. Ambos foram jogados na cadeia.
O Primeiro Valentine:
Nos últimos dias de Roma, os lobos ferozes vagavam próximos às casas. Os romanos convidavam um de seus deuses, Lupercus, para manter os lobos afastados. Por isso, um festival era oferecido em honra de Lupercus e comemorado no dia 15 de fevereiro. Lembrando que o calendário era diferente naquele tempo.
Como um dos costumes do povo, no início do festival de lupercalia, os nomes das meninas romanas eram escritos em pedaços de papel e colocados em frascos. Cada homem escolheria um papel. A menina cujo nome era escolhido, devia ser sua namorada durante aquele ano.
Valentine era um padre em Roma, quando o cristinanismo era uma religião nova. O imperador nesse tempo, Claudius II requisitou que os soldados romanos não se casassem. Claudius acreditava que, como homens casados, seus soldados iriam querer permancer em casa com suas famílias ao invés de lutar nas guerras.
Valentine foi contra o decreto do imperador e casava secretamente os jovens. O padre foi preso e julgado à morte. Valentine morreu em 14 de fevereiro, no mesmo dia do feriado romano de Lupercalia. Após sua morte, Valentine foi considerado santo.
O Segundo Valentine:
O segundo Valentine foi preso por ajudar alguns cristãos. Enquanto na cadeia, apaixonou-se pela filha cega do carcereiro. Seu amor por ela e sua grande fé operaram um milagre, curando a sua cegueira.
Antes dele ser morto (diz-se que foi decapitado em 14 de Fevereiro do ano 269 D.C.), enviou-lhe uma mensagem de despedida assinada: "De seu Valentine". Esta frase tem sido usada, desde então, em cartas de amor.
O Feriado:
No ano 496, o Papa Celasius decidiu adotar 14 de Fevereiro para honrar a memória de St. Valentine (não se sabe ao certo qual dos dois, ou se os dois).
O feriado caiu no dia anterior ao festival romano de Lupercalia, em honra do deus Lupercus que protegia as colheitas e contra os lobos. Talvez de caso pensado para se ter uma festa cristã em contraponto ao festival pagão.
O festival de Lupercalia era comemorado em 15 de fevereiro. Com o passar dos anos, o "Valentine's Day" e o festival de "Lupercalia" foram unidos em um único feriado e transformaram-se em um momento mágico para se comemorar o amor e a afeição.
No BRASIL:
No Brasil, comeroramos o Valentine's Day como Dia dos Namorados, em 12 de Junho.
Nos Estados Unidos:
Nos dias que antecedem a 14 de Fevereiro, as lojas, as livrarias e as drograrias apresentam uma grande variedade de cartões, chamados Valentines. De fato, o "Valentine's Day" é o segundo feriado mais comemoradonos EUA, somente atrás do natal, em número de cartões enviados através dos correios. Há Valentines (cartões) especiais, com as mensagens dirigidas a membros específicos da família.
O Cupido, outro símbolo do feriado, tornou-se associado a ele porque era o filho de Venus, deusa romana do amor e da beleza e aparece freqüentemente nos cartões do Valentine's Day. Para os namorados e amigos, há Valentines em qualquer estilo imaginável: sentimentais, tímidos, sofisticados, humoristas e até desafiadores.
Os adultos normalmente compram Valentines para acompanhar um presente mais elaborado, tal como doces, flores ou perfumes. Os estudantes aprecíam comprar ou fazer Valentines para seus amigos e professores.
sexta-feira, 13 de maio de 2011
segunda-feira, 18 de abril de 2011
A text to reflect about the true sense of easter
Lucas 24: 1-9 1. Now upon the first [day] of the week, very early in the morning, they came unto the sepulchre, bringing the spices which they had prepared, and certain [others] with them. 2. And they found the stone rolled away from the sepulchre. 3. And they entered in, and found not the body of the Lord Jesus. 4. And it came to pass, as they were much perplexed thereabout, behold, two men stood by them in shining garments: 5. And as they were afraid, and bowed down [their] faces to the earth, they said unto them, Why seek ye the living among the dead? 6. He is not here, but is risen: remember how he spake unto you when he was yet in Galilee, 7. Saying, The Son of man must be delivered into the hands of sinful men, and be crucified, and the third day rise again. 8. And they remembered his words, 9 .And returned from the sepulchre, and told all these things unto the eleven, and to all the rest.
Of all the symbols associated with Easter the egg, the symbol of fertility and new life, is the most identifiable. The customs and traditions of using eggs have been associated with Easter for centuries. Originally Easter eggs were painted with bright colors to represent the sunlight of spring and were used in Easter-egg rolling contests or given as gifts. After they were colored and etched with various designs the eggs were exchanged by lovers and romantic admirers, much the same as valentines. In medieval time eggs were traditionally given at Easter to the servants. In Germany eggs were given to children along with other Easter gifts. Different cultures have developed their own ways of decorating Easter eggs. Crimson eggs, to honor the blood of Christ, are exchanged in Greece. In parts of Germany and Austria green eggs are used on Maundy Thursday (Holy Thursday). Slavic peoples decorate their eggs in special patterns of gold and silver. Austrian artists design patterns by fastening ferns and tiny plants around the eggs, which are then boiled. The plants are then removed revealing a striking white pattern. The Poles and Ukrainians decorate eggs with simple designs and colors. A number of eggs are made in the distinctive manner called pysanki (to design, to write). Pysanki eggs are a masterpiece of skill and workmanship. Melted beeswax is applied to the fresh white egg. It is then dipped in successive baths of dye. After each dip wax is painted over the area where the preceding color is to remain. Eventually a complex pattern of lines and colors emerges into a work of art. In Germany and other countries eggs used for cooking where not broken, but the contents were removed by piercing the end of each egg with a needle and blowing the contents into a bowl. The hollow eggs were dyed and hung from shrubs and trees during the Easter Week. The Armenians would decorate hollow eggs with pictures of Christ, the Virgin Mary, and other religious design.
terça-feira, 15 de março de 2011
segunda-feira, 14 de março de 2011
quarta-feira, 2 de março de 2011
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Comunicamos a abertura das inscrições para o processo seletivo do Programa Líderes Internacionais em Educação (International Leaders in Education Program (ILEP). Para inscrever-se, o professor deve atender a todos os pré-requisitos estabelecidos.As inscrições devem ser encaminhadas, impreterivelmente, até o dia 15/03/2011 a esta Coordenadoria, Praça da República, 53 sala 65B, Centro, São Paulo/SP, CEP 01045-903 aos cuidados de Ana Beatriz Pereira.Os formulários que devem ser preenchidos estão anexados. Este ano, a documentação de apenas 5 candidatos, pré-selecionados, serão enviados para a seleção final.
Pré-requisitos:
- Ser professor de inglês do ensino médio na rede pública;
- Estar atualmente trabalhando em sala de aula;
- Possuir, no mínimo, bacharelado ou licenciatura em inglês;
- Ter, no mínimo, 5 anos de experiência comprovada em sala de aula;
- Demonstrar o compromisso de continuar lecionando após participação no programa ILEP;
- Demonstrar compromisso com o ensino de inglês;
- Ter fluência oral e escrita em inglês;
- Ser cidadão brasileiro;
- Preencher o formulário de inscrição totalmente em inglês e enviá-lo de volta para a Secretaria de Educação do seu estado, juntamente com todos os demais documentos solicitados. Processo seletivo: Os candidatos interessados em participar no processo seletivo ao programa deverão enviar sua documentação completa para a Secretaria de Educação do seu estado até o dia 15 de março de 2011. Entrar em contato com a Secretaria de Educação do seu estado e/ou acessar o site da Secretaria para obter informações detalhadas sobre o processo seletivo no seu estado. Não serão aceitos documentos entregues após essa data. Atenção! Toda a documentação, abaixo discriminada, deverá ser entregue, impreterivelmente, ao Coordenador do Programa em seu Estado, que encaminhará ao Consed. Não serão aceitas inscrições feitas por outro intermédio. IMPORTANTE: Não serão aceitas as inscrições de candidatos que enviarem o seu material diretamente para a Embaixada Americana e/ou o IREX, organização responsável pela implementação do programa nos Estados Unidos.
Documentos necessários para efetivar sua inscrição no programa:
- Formulário de inscrição devidamente preenchido, assinado e carimbado pela sua escola;
- Currículo resumido (conforme modelo no formulário de inscrição);
- Carta de recomendação da Secretaria de Educação;
- Fotografia colorida recente.
Cronograma do programa: - 15 de março:
Prazo nos estados para o recebimento do material completo dos candidatos. - 25 de março:
Prazo para que os estados façam a revisão do material enviado pelos candidatos e uma seleção de quais inscrições serão enviadas para a Embaixada.
A Embaixada dos EUA e o CONSED revisam o material dos candidatos e anunciam a lista dos 30 (trinta) professores selecionados para seguir adiante no processo seletivo e fazer o exame TOEFL (taxa a ser coberta pelo governo americano). - Até o dia 30 de abril:
Os 30 professores deverão se inscrever para o TOEFL e fazer a prova (a Embaixada fornecerá os códigos para a inscrição no TOEFL). - 13 de maio:
Prazo para que os professores enviem o resultado do TOEFL para a Embaixada dos EUA. - 25 a 27 de maio:
Embaixada dos EUA/CONSED fazem entrevistas orais com os candidatos com as melhores inscrições (revisão de todo o material enviado) + melhores pontuações no TOEFL. - Início de junho: Embaixada dos EUA junta toda a documentação dos melhores candidatos. - até 15 de junho: Embaixada dos EUA envia para Washington o material completo dos melhores candidatos do Brasil. - Agosto:
O comitê de seleção em Washington revisa o material de todos os candidatos internacionais. - Setembro:
IREX, a organização responsável pela implementação do programa, envia para a Embaixada dos EUA a listagem completa dos professores brasileiros selecionados para o programa. - Outubro:
Selecionados preenchem documentação complementar e iniciam a preparação para a viagem aos EUA. - Novembro:
Orientação pré-partida em Brasília. - Dezembro: Selecionados finalizam os preparativos para a viagem. - Janeiro de 2012: Viagem para aos EUA. - Final de maio De 2012: Retorno dos professores ao Brasil. -
A partir de Agosto de 2012: Realização de seminários/palestras para o compartilhamento do conhecimento adquirido durante o programa nos EUA.












